Ponto Pê

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Bom dia…

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Faz tanto tempo que eu não venho aqui, que eu até esqueci o meu login !

Prometo que essa semana ainda venho atualizar, nossa como eu ando alheia com as coisas que eu gosto, alias, prometo atualizar os dois blogs!

 

E agora eu vou trabalhar !
FUI !

Escrito por pontope

Setembro 10, 2009 em 11:59 am

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Tirando a poeira…

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O que acontece quando queremos fazer mais coisas do que são possíveis em 20 horas por dia?
Resulta em um blog abandonado, mas não esquecido.

Estou em um começo novo, um caminho novo, ainda com esquinas que guardam surpresas, sem saber se é bom ou ruim continuo seguindo entrando nessas esquinas e me deparando com situações, com pessoas, com novidades.

Cada esquina é uma nova possibilidade, uma nova alternativa. Não sei bem o que quero, mas sei que dessa vez quero fazer direito, quero seguir por esquinas que me tragam surpresas boas, pelo simples fato de seguir pelo melhor caminho, por andar com cautela, por estar sempre preparada.

Sim, eu estou preparada.

Ando acompanhada, ando na melhor companhia. Às vezes quero correr, quero chegar logo no final feliz, onde todo dia começa com um sorriso e a noite termina com o mais profundo dos olhares, aquele que me enxerga como mais ninguém.

Sigo então feliz, sigo com esperança, sigo porque tenho que seguir para chegar no meu final feliz.

Escrito por pontope

Julho 1, 2009 em 11:39 am

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As nuvens estão andando…

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Bela manhã. há quem não goste, mas acho que as manhãs cinzas e frias são as melhores do ano, são manhãs que só podem ser vistas daqui, manhãs que não existem em nenhum outro lugar, com a quantidade certa de poluição e a quantidade certa de nostalgia.

Não há quem me tire mais daqui, apesar de todos os problemas de uma cidade dessa magnitude, cada dia que passa eu me sinto mais em casa, e ontem tive mais uma prova de quanto essa cidade é maluca, estranha e divertida.
Fui em um casamento celta/bruxo/cigano sei lá o que era aquilo, foi toda uma saga de uma noite maluca.

Recebemos (eu e a amiga de apê) o convite de uma de nossas melhores vizinhas, se não a mais divertida. Ela iria casar, dessa vez em uma cerimônia,  já que já é casada no cartório, seria uma cerimônia diferente, e que ela queria muito que estivéssemos lá, no convite constava o que teríamos que levar, um prato de doce e um de salgado, tudo muito simples, intimo e divertido. Ok, acordamos, fizemos tudo que tinhamos que fazer e tudo pronto, um prato de petisco com patê e um bolo recheado, pegamos nossas respectivas formas e fomos á caminho da cerimônia.
Chegamos no lugar e pronto, surpresa número um da noite, lugar ermo e com uma porta com um pentagrama enorme, até ai quase tudo bem, afinal somos mulheres esclarecidas e já havíamos lido muito sobre Wicca e afins para entender o porque do pentagrama. Fomos recepcionadas por um gato LINDO, mas o meu medo de altura foi um pequeno problema, já que para chegarmos no lugar da cerimônia teríamos que subir uma escada ALTA e vazada, quase tive a minha primeira síncope.
Sobe sobe e, SURPRESA, todo mundo arrumadinho como se fosse um casamento com tudo que se tem direito e nós, normais, com roupa arrumadinha, mas não o suficiente, e o pior, as duas com duas formas na mão, e todo um buffet em cima da mesa. Não sabíamos onde enfiar a cara e MENOS AINDA a assadeira  e o tupperware. Nota: tinha uns bolinhos de padaria ali, mas mesmo assim ficamos com vergonha.
Enfiamos a assadeira junto com o tupperware na mochila e fingimos que nada estava acontecendo, ficamos ali lindas, poderosas e ABSOLUTAS esperando a nossa vizinha/amiga/ louca que queríamos matar.

Passou alhuns minutos e todo mundo foi direcionado para a outra parte do salão, a parte ao ar livre. Nova supresa, altar, fogo, pentagrama, pombas voadoas, enfim, detalhes que não vou relevar, tenho medo do que pode me acontecer se eu revelar.
Fomos cercadas que coisas estranhas, palavras sem concordância, noiva número 1 que se assemelhava muito com a noiva do Chuck (sim, esse Chuck), nossa noiva/amiga era a noiva número 2.

Acabou a cerimônia, fomos para a “festa”, dj selecionadíssimo, diziam no salão que ele era famoso e estaria, em breve, indo para Londres fazer um curso. AHAN, cidadão me toca todo e qualquer tipo de forró, era curso do Instituto Universal, isso sim.
Acabamos rindo muito entre um forró e outro, um sertanejo e outro. No fim da noite conseguimos arrancar do SUPE DJ um Korn, Radiohead, Raimundos e até Ramones, mas até lá já quase não haviam pessoas no recinto e éramos os esquisitos.

É, vivendo e aprendendo.

Escrito por pontope

Maio 31, 2009 em 4:27 pm

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Passado, presente e futuro…

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Somos só eu, você, e o resto.

O que eu posso dizer é que sempre procurei por isso, sempre esperei por isso, sempre escrevi sobre isso, sem saber o que era. E somente eu sei quanto tempo levei pra te encontrar. E hoje tenho você aqui, comigo.

Que as duas-voltas-e-meia da minha chave sempre encontrem no teu peito o mesmo intenso e inédito sentimento que me fez abrir todos esses precedentes. Eu fecho os olhos e encontro no amanhã nada menos do que a crescente proximidade do teu retorno. E somente as paredes da minha casa são testemunhas do meu sorriso.

Escrito por pontope

Maio 30, 2009 em 4:18 pm

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keep on going…

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Às vezes achamos injusto o que acontece com a gente, mal sabemos que tudo é parte de um plano, um plano que conspira para fazer nossa vida ter um rumo. Eu acredito sim em destino, acredito que tem uma força maior guiando minha vida, que a cada nova ação que eu tomo, meu destino muda. É como se fosse aqueles jogos de tabuleiros, tu joga o dado, e ele decide o seu caminho, as tuas conquistas e teus castigos, só que na vida, não é simplesmente um dado que define o teu caminho, é tu e tuas decisões, tuas ações. Cada escolha que fazemos pode nos levar a um caminho que não seja aquele que queríamos em primeiro lugar, mas é o caminho que nos foi destinado após a decisão que tomamos. Tudo muito confuso de entender, tudo muito confuso de explicar. No fim das contas, o que eu quero mesmo dizer é que: não devemos lamentar o que a vida nos trás, e sim, entender. O que passamos na vida é tudo consequencia de nossos atos, e o que pode ser ruim pra ti hoje, amanhã é um caminho novo, com novas possibilidades. Já dizia mamãe: “Deus fecha a porta, mas deixa trocentas janelas abertas”…

E vambora que a vida segue, e o destino me sorri. Eu acho

Escrito por pontope

Maio 19, 2009 em 4:42 pm

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Pedra no caminho…

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De nada adianta milhares de desculpas para justificar uma ausência, uma ausência que não existe, a ausência é estar em mim, e eu estou presa à um mundo só meu, estava, não mais.
Por alguns meses me prendi em uma rotina que não me pertencia, que não estava me fazendo bem, mas também não me fazia mal, estava apenas acomodada com um dia a dia comum, sem maiores desafios, sem procura por melhorias e engrandecimentos.

A situação acabou, por um motivo desconhecido por mim, tudo mudou, a interferência de terceiros em minha vida me fiz mudar meus caminhos, aquela rotina que me era companheira acabou, hoje busco uma nova rotina, mas dessa vez uma rotina que satisfaça todas as minhas necessidades, pessoais, profissionais e intelectuais.
E por essa quebra de rotina, estarei mais por aqui, afinal, ainda sou um ser pensante, não tão sozinha, mas ainda sim, sem confidentes…

Escrito por pontope

Maio 11, 2009 em 2:36 pm

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Voltando…

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E é com gripe, dor de cabeça e sem voz que eu volto a postar por aqui, senti falta, tinha feitos inúmeros posts e salvo no computador enquanto a internet não era instalada aqui no apartamento, mas, eu cai na besteira de querer atualizar algumas coisas no computador e perdi todos os posts, deviam ser cerca de 15 ou 16, mas enfim, já foi.

Demorei pra atualizar, por pura falta de vergonha na cara, porque já está instalada a internet no apartamento faz um booom tempo, então venho me retificar e prometo a mim mesma atualizar isso sempre que houver algo relevante (ou não) na minha vida.
Enquanto isso, estou sofrendo com sérios pensamentos homicídas no meu trabalho, toda vez que eu vejo um certo comercial na televisão de uma camapanha de aniversário de uma empresa, eu penso em várias formas de morte lenta, dolorosa e sangrenta, será que eu estou estressada? E continuo procurando emprego em comunicação, sofrendo com a falta de oportunidade pra quem não tem Q.I, mas ainda insistente, afinal, mesmo não sendo muito patriota, ainda sou brasileira e não desisto nunca.

Me despeço com muita dor de cabeça, gripe e pretendendo rumar para a farmácia e ter uma overdose de anti-gripais.

Escrito por pontope

Abril 25, 2009 em 4:26 pm

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O mundo ao redor de mim…

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O mundo continua girando, e dessa vez acho que estou indo a favor do movimento de rotação, ao invés de continuar lutando contra o inevitável.

valeu vida.

Escrito por pontope

Abril 13, 2009 em 11:00 pm

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Should I try to fix you?

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Muita coisa pra escrever e pouco tempo para colocar em palavra tudo que aconteceu no último mês, a demora para um post novo tem justificativas pra lá de aceitáveis. Mudei de casa e agora me sinto MUITO mais livre, acabou as torturas psicológicas, acabou os horários malucos, acabou a ditadura. Estou LIVRE. E em breve estarei de volta a minha vida virtual como antes.

Fui.

Escrito por pontope

Março 16, 2009 em 10:54 pm

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Se quer saber, eu soube antes de você…

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Alguns dias de caos, loucura, mortos e feridos, e cá estou eu.

Creio que, nem que eu tivesse um computador em casa, eu teria tempo de vir aqui atualizar toda maluquisse que eu tenho passado…
É bem Alice no país das maravilhas isso aqui, ou pelo menos eu que estou vivendo em um mundo a parte, em uma dimensão além dessa aqui, não é possível.
Depois de 23 dias de treinamento, estudo, correria, decorar mapa, siglas, iatas, alfabetos e tudo mais que era necessário, eu sobrevivi, com boa nota, e passei no processo, me senti foda. Pronto falei.

No meio desse processo todo, semana passada entrou pra história, meu primeiro sentimento de “what the porra está acontecendo aqui?” Depois de um temporal que pegou todo mundo de surpresa, eu fiquei pela primeira vez na vida, ilhada em São Paulo.

Estava voltando da República, e a Pompéia estava embaixo d’água, e a Pompéia é caminho pra minha casa, fica a dica que eu não cheguei em casa.
Depois de uma hora esperando liberar o trânsito (o que não aconteceu), eu acabei decidindo sair na chuva, e ir a pé pra Barra Funda, tentar descobrir se o trem estava funcionando. Detalhe para o guarda-chuva que quebrou e que virou pára-raio, mas tudo bem. Parecia uma sobrevivente do Tsunami na Indonésia a hora que eu cheguei na estação, mas cheguei, e pra minha “alegria” estava parado trem, metro, onibus, barquinho, e qualquer meio de transporte em São Paulo, eu tinha duas opções, ir a nado ou esperar.

Esperei.

Cheguei em casa 23:30, mas cheguei.

E sim, eu ainda amo essa cidade.

Escrito por pontope

Fevereiro 11, 2009 em 8:44 pm

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