Ponto Pê

Just another WordPress.com weblog

Posts Tagueados ‘fim-de-semana

Nostálgico

com um comentário

Tem um gosto todo especial respirar um ar diferente do teu, ver um céu com um colorido diferente do que tu vê todos os dias, quando acorda e abre a porta do quarto. 

Talvez seja a promessa de novos horizontes, que podem se formar em ruas diferentes das tuas, em cada esquina que tu encontra pessoas completamente diferentes de ti e do que tu costuma encontrar quando vai na padaria comprar aquele pão das 16 horas.

A brisa que o trem faz no teu rosto quando ele está prestes a parar para te carregar para um novo destino, os quadros que passam rápido demais para tu sequer entender o que está acontecendo do outro lado do vidro, em cada bairro, ou zona da cidade que tu passa com a velocidade da luz.

É, meu fim de semana foi bom.
E eu ouvi Los Hermanos quase que o caminho todo, tem banda que não deveria “acabar”.

Escrito por pontope

Setembro 22, 2008 em 6:10 pm

Publicado em Uncategorized

Etiquetado com , , , ,

Keane – Everybody’s Changing

sem comentários

É uma boa música para “começar” o fim-de-semana, pelo menos na atual situação psico-emocional-serial killer-momentum em que eu me encontro. Considerando que amanhã eu ainda trabalho até as 21 horas, sexta-feira não deixa de ser o ponta-pé inicial das tão esperadas horas livres para se fazer o que quiser (leia-se “me matar de tédio na internet”)

Meu atual objetivo de vida é ter uma vida. Essa vida de Isaura/tédio não está me caindo muito bem. – nota pessoal – arranjar algum novo passatempo MENOS psicótico que os normais e passar mais tempo me dedicando ao mesmo.

Tenho uma mania MUITO ruim, um problema, um vício que eu preciso me livrar urgentemente. Toda vez que o tédio toma conta de mim, em uma tarde sem ter o que fazer, enquanto estou no balcão esperando por algum cliente para me tirar do tédio e me colocar na rotina de botões de retiradas, devoluções, pagamentos e descontos, eu acabo sempre fazendo com que acontecimentos convencionais, ou semi-acontecimentos, se tornarem eventos cinematográficos e, pior ainda, completamente dramáticos.
Mas isso cansa, cansa demais, pelo simples fato de tu sempre criar expectativas, esperar que coisas aconteçam como acontecem nos filmes, onde a qualquer momento tu precisa ter um ato heróico e se salvar da maior enrascada da sua vida, mas onde o caminho mais fácil, acaba sendo o único que tu não pensa no momento.

Quando o seu documentário acaba se tornando uma obra de Gerge Lucas ou do Spielberg (?) e nem você sabe diferenciar o que é verdade e ficção, aí sim você sabe que enlouqueceu, mas aí é tarde demais e tu percebe que é o roteirista, diretor, contra-regra e tudo mais que um filme tem direito, e se perde, em cenas, personagens que vão e vem, cada dia é uma nova cena, cada hora um take á ser editado e a trilha sonora é a mais variada possível, afinal, um filme sem trilha sonora, não é um filme descente. E tudo isso não é tão legal quanto parece.

No mais é isso. Vida cada vez menos atribulada (e pode ter certeza que eu reclamo disso), olheiras cada vez mais profundas e sistema imunológico definhando-se em uma velocidade assustadora. Ficarei bem, no final, eu acho.

Escrito por pontope

Junho 21, 2008 em 3:28 am